Insights sobre a conexão com startups na Inovação Aberta, a partir do filme “Um Senhor Estagiário”

voltar Publicado em 10 de setembro de 2020

Insights sobre a conexão com startups na Inovação Aberta, a partir do filme “Um Senhor Estagiário”

* Texto escrito pela Aceleradora Corporativa, Gabriela Leite

O filme “Um senhor estagiário” não é exatamente o filme mais recente, uma vez que está há algum tempo na Netflix, mas os insights que eu trarei no post de hoje são completamente diferentes de qualquer um que você já tenha visto sobre ele. 

Vamos começar com a contextualização: esse filme conta a história de Jules Ostin (Anne Hathaway), criadora e CEO de um e-commerce de roupas que cresceu tanto em 18 meses, a ponto de ter mais de 200 funcionários. Sua empresa inicia um projeto de contratar idosos como estagiários, em uma tentativa de colocá-los de volta à ativa, situação que a faz conhecer e trabalhar diretamente com Ben Whittaker (Robert De Niro), um viúvo aposentado de 70 anos, que vê nesse estágio uma oportunidade de ter alguma animação na sua vida monótona. 

Evitando exagerar nos spoilers, (apesar de você provavelmente ter visto o filme), vou listar aqui 3 insights que eu tive sobre um dos tipos de inovação aberta: a inovação incremental, observando essa relação entre o “conservador” e o “novo”.

1. Inicialmente Jules e Ben não acreditavam que a relação dos dois trariam resultados importantes para a empresa. Ben mal sabia ligar o computador e Jules andava de um lado para o outro em seus patins, tentando resolver tudo. Por mais que Jules trabalhasse com um negócio inovador, a visão analítica e detalhista de Ben sobre os problemas foi essencial para encontrarem soluções realmente assertivas. Da mesma forma, quando uma startup se conecta com uma empresa tradicional isso também é observado, já que as empresas têm grande clareza e detalhamento dos seus problemas, o que impulsiona a criação de uma solução realmente focada e que gere resultado.

2. Ben acumulava muitos anos de experiência no ramo de listas telefônicas, o que aparentemente não tinha muita relação com o negócio inovador de vendas de roupas pela internet de Jules. No entanto, toda a experiência dele complementava a inexperiência dela, com todas as situações que o ambiente corporativo trazia até ela, além da disruptividade dela estimular a criatividade nele. Com isso também podemos relacionar que a relação de startups e grandes empresas tradicionais, representa essa parceria ganha-ganha, onde ambos crescem e são fortalecidos pela complementaridade de visões e pontos fortes.

3. Uma das cenas-chave onde Jules começa a valorizar mais o seu “senhor estagiário”, se dá quando ele arruma (sem nenhuma ordem) uma pilha de papeis que só crescia (e que incomodavam muito Jules, mas a qual ninguém se prontificava nunca a arrumar e da qual ela não tinha tempo para resolver), e a partir dessa ação de Ben (organizado, analítico e conservador) as pessoas da empresa começaram a “copiar” algumas das atitudes dele em relação a organização dos espaços. Observando essa cena chegamos ao nosso último insight de hoje: a inovação aberta pode melhorar a cultura organizacional da empresa. Através dessa interação é possível trazer boas práticas de ambos os players envolvidos e criar uma cultura mais organizada e mais inovadora ao mesmo tempo.

Concluindo então, vemos que tanto no desenvolvimento da relação dos personagens em “Um Senhor Estagiário”, quanto na decisão de implementar a inovação aberta na sua empresa (ou participar de um programa de inovação aberta), existem dúvidas, receios e principalmente paradigmas. Contudo, em ambos os casos podemos ver o quanto essa relação só tem a fazer com que os envolvidos cresçam e solucionem problemas que talvez seriam impossíveis sozinhos. 

E você? O que está esperando para entrar de vez nesse mundo da inovação aberta? Saiba mais com a Neo Ventures.

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