13 fatos sobre a inovação aberta no Brasil

voltar Publicado em 29 de abril de 2021

13 fatos sobre a inovação aberta no Brasil

Hoje nós trouxemos 13 fatos sobre a inovação aberta que comprovam que não é de hoje que esse conceito está ajudando a transformar com agilidade e eficiência os processos internos de grandes empresas.

Nesses últimos anos podemos observar uma evolução exponencial do ecossistema, com cada vez mais empresas e startups querendo fazer parte de projetos de inovação aberta.Em 2015, menos de 40 empresas no país tinham programas formais de engajamento com startups. Hoje já são mais de 300, mostrando a evolução do ecossistema. 

 

O primeiro grande evento sobre o tema no Brasil – a Open Innovation Week (Oiweek) – aconteceu em 2008 e contou com a presença de Henry Chesbrough, que cunhou o termo para o mundo. Ao longo desses 12 anos, dezenas de milhares de pessoas foram diretamente impactadas, entre executivos, startups, cientistas, investidores, estudantes e governos. 

 

2) Em 2015, menos de 40 empresas tinham programas formais de engajamento com startups. Hoje, são mais de 300, o que mostra um ecossistema cada vez mais maduro e estruturado no país, pronto para crescer ainda mais.

 

3) No último ano, 1.635 empresas fizeram inovação aberta com pelo menos uma startup. Esse é o número de corporações que tiveram contratos validados – um crescimento de 117% em relação à edição 2019, que contou com 753 empresas.

 

4) Existem pelo menos 2.018 startups que fizeram open innovation com alguma média ou grande empresa nos últimos cinco anos, segundo dados do Ranking 100 Open Startups.

 

5) O volume de acordos de open innovation entre empresas e startups teve um crescimento exponencial de 20 vezes nos últimos cinco anos. Vemos o ecossistema de inovação ganhando mais tração e força a cada ano, e com muito potencial de crescimento.

 

6) 80% dos acordos implicam em transferência de recursos da empresa maior à startup, por exemplo, na contratação de serviços, produtos ou investimentos de corporate venture capital.

 

7) O valor médio dos contratos de open innovation que envolvem transferência de recursos entre empresas e startups é de R$ 140 mil.

8) Pouco mais da metade dos contratos de open innovation é de prestação de serviços da startup para a empresa. Esse é um excelente indicativo de que as empresas, mais do que se relacionado com as startups, têm contratado suas soluções como clientes qualificados.

 

9) Apenas dois por cento dos contratos de open innovation são de investimento em participação acionária. Mais um indicativo de que as startups têm atuado muito como fornecedoras de produtos e serviços para grandes empresas, contribuindo para a sustentabilidade de seus modelos de negócio.

 

10) As Top 100 empresas que mais fazem inovação aberta no país representam 38% do total de contratos do mercado. Há um efeito de “cauda longa”, já que 1.535 respondem pelos outros 62%, o que aponta para mais empresas aderindo e experimentando a prática em seus negócios.

 

11) Os setores que mais fazem open innovation no Brasil são: serviços financeiros, energia e alimentos e bebidas – não coincidentemente, setores maduros em inovação, engajados desde o início da open innovation no país.

 

12) 40% dos 100 principais programas de inovação aberta no Brasil são liderados por mulheres. Uma marca importante e que queremos que cresça cada vez mais.

 

13) Startups que possuem relacionamentos de open innovation com empresas líderes captam 85% mais investimento do que startups que não possuem, reforçando a importância dessa prática e das conexões com grandes empresas desde o early-stage.

Você já sabia de algum desses fatos sobre a inovação aberta que mencionamos neste post? Já começou esse processo dentro do seu negócio, senão, o que está esperando? Entre em contato com nossos consultores pelas nossas redes sociais.

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