Software de gestão: 10 benefícios que toda empresa precisa conhecer sobre o Solv!

Um software de gestão que se adapte às suas necessidades?

Sabemos que você não quer gastar tempo aprendendo a utilizar uma ferramenta ou corrigindo erros da plataforma que limitem e te forcem a se adaptar a um modelo que não está funcionando.

O que você quer é atingir os objetivos do seu programa de inovação sem ficar em um suporte que não resolve os seus problemas.

Pois, é! Já passamos muito por isso nos nossos programas e decidimos criar um software de gestão de inovação aberta com toda a experiência que acumulamos.

Confira o que é e quais são as principais vantagens do Solv:

  1. O Solv é um software com solução integrada de gestão da inovação aberta.
  2. Com o Solv é possível gerir as etapas de lançamento de desafios e de captação de startups, além de fazer a avaliação, a triagem e a seleção dos melhores projetos de inovação aberta de forma customizada.
  3. É possível criar formulários próprios de submissão de projetos e soluções no Solv.
  4. Utilizando o Solv há a vantagem de elaborar documentos de avaliação personalizados e realizar a seleção de avaliadores.
  5. As principais funcionalidades disponíveis no Solv hoje são database para startups e time; captação e triagem de empreendedoras e soluções de inovação aberta.
  6. A plataforma intuitiva do Solv proporciona facilidade de inscrição das startups e um único preenchimento de informações delas que servem para várias oportunidades de participação em programas de inovação aberta.
  7. Utilizando o Solv a empresa mantenedora poderá escolher um domínio próprio para o seu programa de inovação aberta (White Label).
  8. A partir do Solv você poderá lançar desafios (funis) ilimitados.
  9. Hubs de inovação referências no mercado, tais como Icon Hub, Dealer Hub, Mining Hub e Silo Hub já estão usando o Solv.
  10. Antes de contratar o Solv é possível marcar uma demonstração.

Comece a usar o Solv na gestão dos seus programas de inovação!

Ficou em dúvida sobre algum item? Entre em contato conosco!

Já adquiriu algum dos planos de contratação e quer começar a sua experiência com o Solv Network? Registre-se ou faça o login aqui.

Startups: entenda o potencial da sua tecnologia e consiga aplicar na inovação aberta

Startups são populares nos Estados Unidos há pelo menos 25 anos. No Brasil, o modelo de empresa com negócios repetível e escalável começou a ganhar força por volta dos anos 2010.

Apesar disso, com um tom emergente e rápida transformação é complexo acompanhar alguns princípios comuns do nicho. E até os fundadores de startups têm dificuldades de entender o potencial da tecnologia nos seus serviços.

Assim, sem conseguir transformar essa expertise em uma solução para os desafios na inovação aberta, as startups estão deixando uma grande oportunidade passar.

Preparamos este texto pensando justamente em ajudá-las a identificar e aplicar a sua tecnologia dentro de programas de inovação. Também, vamos esclarecer curiosidades sobre o termo startup, os conceitos que a envolvem e os tipos mais comuns. Venha ler!

O que é uma startup?

A princípio, as startups foram definidas como organizações em fase inicial que buscam explorar atividades inovadoras no mercado. Isso não mudou. Porém, algumas características foram sendo acrescentadas para distinguir elas de outras pequenas e médias empresas (PME).

Sendo assim, atualmente, as startups são melhor identificadas como empreendedoras à procura de modelo de negócio repetível e escalável. Isso quer dizer que diferente de organizações que buscam rentabilidade e valor estável a longo prazo elas estão focadas na receita para o seu financiamento e no potencial de crescimento rápido.

O sentido do termo startup também é o de "empresa emergente". Além disso, é comum que elas sejam vistas como organizações com custos de manutenção baixos trabalhando em condições de extrema incerteza.

Considerada uma das startups de maior sucesso de todos os tempos, a Microsoft começou com Paul Allen e Bill Gates. Dois amigos que gostavam de computadores.

Como surgiu o conceito de startup?

Resumidamente, o conceito de startup surgiu com mais força durante a chamada bolha pontocom, no Vale do Silício, Califórnia, Estados Unidos.

Também conhecida como bolha da internet, esse período, nos primeiros anos da década 2000, significou uma crise financeira decorrente da supervalorização das ações de empresas de tecnologia na região.

Com investidores aplicando em qualquer empresa que tivesse ".com" no nome, o setor de serviços online inchou e muitas organizações derreteram em poucos meses.

Mesmo com as dificuldades, e esse passado considerado assombroso, as empresas startups progrediram como uma tendência. Ainda hoje, os modelos seguem com o objetivo de obter crescimento exponencial e capital especulativo.

 

A bolsa de valores americana Nasdaq foi palco principal do estouro da bolha pontocom. Mais de 500 techs "quebraram" durante a crise.

Características das startups

Quais são os tipos de startups?

Há algumas formas de criar categorias para os tipos de startups. A partir do porte, do mercado, da segmentação por área de atuação, do perfil, entre outros.

Esses "tipos" fazem parte de uma sistematização que busca compreender um aspecto desse formato de empresa. Geralmente, se sobressai nas classificações a indicação por modelo de negócio.

Também é muito comum encontrar listas que ordenam uma mistura de todas as categorias. Contudo, o setor em que a startup está inserida é o atributo que consegue projetar a maior diferenciação entre elas.

Ao mesmo tempo, essa área de atuação não é restritiva, podendo ter startups que atuam em mais de um campo ou para mais de uma persona concomitantemente.

Confira quais são:

Diferenças entre startup de tecnologia x tecnologias das startups

Agora que você já entendeu um pouco mais sobre as startups, vamos te contar sobre uma confusão muito comum que envolve a tecnologia e esse modelo de empreendimento.

A maioria das startups surgiram na área de Tecnologia. Dessa forma, quando falamos em "tecnologias das startups" acredita-se que se trata do desenvolvimento de produtos ou serviços ligados à internet, telecomunicação, computador, celular, computação ou informática.

Entretanto, a expressão se refere a qualquer expertise de uma startup aplicável na solução de um problema. Logo, é muito importante entender que startups de segmentos diferentes das empresas mantenedoras podem resolver os desafios delas em um programa de inovação aberta.

Inclusive, essa intersetorialidade é especial para conseguir identificar questões além das apontadas internamente. Portanto, se a sua startup é do segmento da saúde isso não exclui o fato de ela conseguir eliminar dores de uma empresa na área automotiva.

Tudo dependerá do desafio e do conhecimento aplicado na proposta de solução. Um outro exemplo disso, é uma startup de marketing traçar o perfil de consumidor através de análise de redes sociais para uma empresa alimentícia. Dentre outras possibilidades.

Como aplicar o potencial da tecnologia da sua startup em um edital de inovação aberta?

  1. Primeiro passo: entenda como os editais funcionam.
  2. Segundo passo: considere o potencial da sua tecnologia para além do setor de atuação do seu maior core business (núcleo de negócio).
  3. Terceiro passo: faça o match da sua tecnologia com os desafios.
  4. Quarto passo: venda a sua tecnologia a partir da viabilidade técnica, em uma proposta de solução que atenda a todos os requisitos e diferenciais propostos no edital.

Se você quer começar a trilhar um caminho na inovação acompanhe os conteúdos #OpenRoad. Eles estão focados em oferecer tudo o que as startups precisam saber para fazerem parte do ecossistema!

Inscreva-se em nossa newsletter semanal e participe do nosso grupo no Telegram. Assim, você receberá informações sobre lançamentos de editais, ficará por dentro dos conceitos e poderá tirar dúvidas sobre a inovação aberta.

Editais de inovação aberta: como funcionam e onde encontrar

Editais de inovação aberta são hoje a forma de ingresso em programas de inovação de maior tendência no mercado empresarial.

Eles foram criados para levar a inovação até as empresas de forma prática e regulamentada. Rapidamente, se tornaram uma das melhores oportunidades para startups, micro e pequenas empreendedoras captarem recursos e realizarem networking.

Mas, ainda que muito bem detalhados, os documentos podem gerar dúvidas na hora de se inscrever. Por isso, preparamos um guia completo para te contar como eles funcionam e ainda dar dicas de como encontrar editais.

Antes, também te explicamos o que são os programas e quais os modelos de inovação existentes. Venha entender!

O que são os programas de inovação?

Os programas de inovação são a aplicação dos projetos de inovação a partir de uma estrutura com objetivos bem delineados e direcionados.

Se fosse um corpo humano sua função seria equivalente a do esqueleto, protegendo atividades vitais, dando suporte e movimentação para as iniciativas inovadoras em progresso.

Trata-se, portanto, de um método com capacidade de transformar o potencial de inovação empresarial em uma operação contínua. Para isso, requer o alinhamento de todos os setores e funcionários e de alguns direcionamentos-chave.

O principal deles é a implementação de uma cultura de inovação. Outros são a conexão com startups, a gestão de metas e a metrificação dos resultados.

Quais são os modelos de inovação?

Para entender um pouco mais o que são os programas é importante saber que existem vários modelos de inovação em uso. Todos buscam vantagens estratégicas e têm objetivos específicos.

  1. Aceleração corporativa — Muito usado por grandes empresas, como a Disney e a Google, é um tipo de inovação aberta que investe em startups ou programas universitários com o objetivo de trazer soluções para problemas internos. Uma forte característica da aceleração corporativa é agir com grande controle sobre os processos realizados. Desse modo, é um modelo que traz muitos benefícios para as empresas investidoras, que ainda podem obter retorno por meio de participação nos lucros, venda de tecnologia, utilização antes do lançamento no mercado e etc.
  2. Aceleração externa — É um modelo em que as empresas investidoras não custeiam o programa de inovação, pois se aproveitam de uma rede de negócios estabelecida e já administrada por outras frentes.
  3. Time de inovação — É bastante utilizado por empresas que se sentem ameaçadas por lançamentos de tecnologias ou produtos constantemente no mercado. Pode contar com a colaboração de especialistas externos e internos. Tem o objetivo de construir um time dedicado a pensar em processos de inovação, oferecendo mais eficiência e facilitando a criação de soluções para produtos e serviços existentes.
  4. Intraempreendedorismo — Voltado para a aceleração interna, é um tipo que ajuda a identificar potenciais de inovação dentro das empresas. Normalmente, tem um custo maior do que os programas de inovação aberta, já que precisa desenvolver todas as ferramentas e processos de inovação por conta própria. Confira um exemplo de aqui!
  5. Posto de inovação (innovation outpost) — Mais difundido na região do Vale do Silício, nos Estados Unidos, são hubs que propõem que a inovação seja realizada de forma colaborativa dentro de um espaço de negócios. É muito agregador para diminuir custos e aumentar as opções de relacionamento dentro do ecossistema da inovação.
  6. Investimento e aquisição — Ideal para negócios tradicionais que buscam investir em startups e pequenas empresas para obter participação minoritária. Nesse modelo, a tendência é a de um relacionamento contínuo entre as partes.

Como funcionam os editais de inovação aberta?

Como visto, há muitos modelos utilizados para inovar. Alguns estão ligados a estratégias de diversificação de ideias, oportunidades de aumento de receita e redução de custos. Outros estão mais focados em gerar produtos e processos competitivos.

Com tanta diversidade na inovação é claro que as formas de ingresso nos programas também variam. Mas, dentre elas, os editais têm se destacado pela capacidade de regulamentar as regras e as condições de participação de forma clara.

Sendo assim, é muito importante conhecer a fundo como esses editais se estruturam. Ainda, o que está em jogo no momento em que se realiza uma inscrição.

Neste ponto, é fundamental lembrar que a inscrição em um edital é uma apresentação de proposta comercial. Desse modo, vários pontos de atenção devem ser compreendidos para conseguir se destacar e ser selecionado.

Qual é a estrutura de um edital em um programa de inovação aberta?

Os editais de inovação aberta são documentos em que estão estruturadas todas as etapas necessárias para entender os problemas das empresas e alcançar os resultados esperados por meio da solução de desafios.

Normalmente eles apresentam partes que 1) definem um meio de divulgação e submissão de propostas; 2) estabelecem critérios para avaliação e seleção dos projetos; 3) informam sobre o período de aprovação e execução das provas de conceito (PoCs) e 4) estabelecem o momento de apresentação dos resultados, chamados de Demoday.

Se você não está familiarizado com o termo, as PoCs (proof of concepts) são o desenho alinhado da solução a ser desenvolvida. Elas devem apresentar criatividade e domínio das tecnologias, sendo interessante passarem por um teste em escala reduzida.

Indo em direção a seção dos desafios nos editais, essa é a parte onde os problemas são minuciosamente detalhados e contam com o auxílio de imagens.

Um dos pontos que aparecem na explicação dos problemas e podem ser decisivos para a escolha da proposta que melhor trará resultados para as mantenedoras são os diferenciais para a solução.

Mais um destaque para você saber nos editais de inovação aberta são os encontros Bootcamps. Eles acontecem antes da seleção das startups e são uma oportunidade de tirar dúvidas e realizar imersão junto com as mantenedoras.

 

Finalmente, há que considerar que um mesmo edital pode oferecer mais de um desafio. Na verdade, é muito comum que eles contenham dezenas deles de uma só vez.

A depender do edital e do programa de inovação a inscrição de uma proposta poderá ser feita apenas para um dos desafios. Em outros casos é permitido que você apresente mais soluções e depois escolha aquele problema que quer resolver.

Checklist do que você deve prestar atenção ao se inscrever em um edital de inovação aberta:

Dicas para encontrar editais de inovação aberta

De forma geral, estar em contato com o ecossistema da inovação é a melhor forma para encontrar editais e apresentar propostas de solução de desafios. Contudo, é possível dizer que em alguns pontos de contato eles são mais divulgados.

Portanto, esteja atento e participe de:

Grupo do Telegram: para ficar informado sobre novos editais e receber conteúdos relacionados.

Powerhouse de inovação: para saber das parcerias com hubs de inovação e aprender com quem faz parte do ecossistema.

Redes sociais: para acompanhar as campanhas de editais em andamento e ter contato com possíveis parceiros.

Newsletter: para receber um boletim periódico com propostas de inovação além de conteúdos semanais sobre os mercados de forma otimizada.

A Neo Ventures está empenhada em colocar startups e outras iniciativas relacionadas a caminho das melhores oportunidades na inovação.

Por isso, criamos a #OpenRoad, uma trilha do conhecimento com tudo o que você precisa saber para fazer parte da comunidade da inovação. Acompanhe e compartilhe com quem quiser!

Benefícios da inovação aberta no seu negócio

 

Os benefícios da inovação aberta vêm sendo, cada vez mais, notados pelas empresas, com o abertura do negócio para inovações externas para ampliar os horizontes, para proporcionar mais meios de seguir se desenvolvendo e competindo em um mercado que exige cada vez mais inventividade.

Um dos principais benefícios da inovação aberta é a proximidade com as startups , o que diminui a dificuldade que, muitas vezes, as grandes empresas têm para inovar. Elas são boas em processos, têm eficientes controles de qualidade, possuem marcas reconhecidas, acesso a capital etc., mas tudo isso que elas fazem tão bem pode dificultar alguns tipos de inovação.

Tipicamente, estas não conseguem desenvolver inovações mais radicais ou que questionem seu próprio modelo de negócio. Já as startups, mesmo tendo tantas fragilidades, costumam ter mais agilidade, disposição para investir em tecnologias emergentes e se arriscar em novos mercados ou ainda propor modelos de negócio mais disruptivos. No contexto da inovação, muitas vezes, as grandes empresas e startups se complementam.

Por isso, viemos te falar hoje quais os principais benefícios da inovação aberta para sua empresa que deseja evoluir no mercado. Fique de olho:

1 - Receber talentos externos

 

Ao inovar, nem sempre todos os recursos intelectuais estarão dentro da sua empresa.

A ideia de aplicar a inovação aberta é justamente ter consciência de que devemos localizar e explorar o conhecimento e a experiência dos indivíduos brilhantes que estão fora do seu setor, de sua organização ou até mesmo fora da área de atuação.

Essa colaboração pode ser feita com startups, empresas de base tecnológica, universidades, institutos de pesquisa e etc. Como uma via de mão dupla, você também negocia e vende suas ideias para o mundo. 

2 - Ampliar a visão de negócios

 

Uma grande mudança estratégica deve ocorrer na maneira como os colaboradores olham para a empresa e seu ambiente. Envolver diversas equipes no desenvolvimento de novos produtos e tecnologias será sempre de grande valor agregado.

Na inovação aberta, com a cooperação e o compartilhamento de ideias com outros agentes como as startups, a visão do modelo de negócios é ampliada. 

Como e quando o conhecimento externo é necessário é, em grande medida, determinado pelo modelo de negócios. Ele descreve como o valor será criado a partir de inovações e quais elementos devem ser adquiridos interna ou externamente.

3 - Evitar vícios da cultura organizacional

 

Quando abrimos a porta da nossa empresa para o conhecimento externo, conseguimos enxergar o mesmo problema em diversos ângulos e estar aberto às diferentes ideias de cada um. Isso acaba ressaltando todos os vícios que existem na estrutura corporativa que não conseguimos nos desvencilhar na rotina sem praticar esse exercício. 

Isso impacta em uma cultura mais empreendedora dentro das empresas, na qual as pessoas e equipes se sentem mais motivadas e confiantes para levarem ideias aos clientes, mesmo que não sejam especialistas da área.. 

.A grande vantagem da Inovação Aberta é poder convidar pessoas especialistas em várias áreas para trazer soluções baseadas em técnicas e métricas. 

 4- Abre novos mercados e oportunidades

 

A inovação aberta é feita com o intuito de descobrir novas soluções inovadoras para problemas de processos das empresas, geralmente. Por isso, por meio dessas soluções é possível criar novos produtos, novos mercados e até novas oportunidades de negócios.

Enquanto a inovação fechada apenas foca em acrescentar funções a produtos já existentes, a inovação aberta foca em gerar soluções disruptivas.

5- Reduz o tempo e custo para inovar

 

A parte de inovação das empresas geralmente fica por conta da equipe de pesquisa e desenvolvimento. Mas a verdade é que nem sempre todas as empresas conseguem ter o orçamento para investir em um, isso porque os profissionais para essa área são escassos e geralmente necessitam de salários elevados, devido à alta qualificação. Ainda, há o gasto com equipamentos e espaços, por exemplo.

A inovação aberta já é uma opção muito mais acessível para as empresas que não querem ficar sem inovar nos seus processos. Com ela, é possível contar com uma ampla rede de parceiros de forma colaborativa. Os custos envolvidos são baixos e até nulos em alguns casos.

Fora isso, a grande quantidade de profissionais e organizações envolvidas acelera muito o processo. O caráter experimental e descentralizado do projeto também contribui para a criatividade e troca de ideias fluírem mais facilmente. 

 6- Reduz o risco do negócio

 

Desenvolver inovação internamente e testá-las exige muito investimento e nem sempre é sabido se vai dar certo e, caso dê certo, não se sabe se vai gerar lucros para cobrir os gastos. 

Toda a dinâmica envolve muitos riscos que podem ser contornados com a inovação aberta. Ela vai te garantir uma visão muito mais completa do mercado. Afinal, não há apenas as ideias dos profissionais da sua empresa. É possível saber a visão de outras companhias, das startups, dos clientes, dos fornecedores, das universidades, entre outros. 

Em suma, você consegue coletar dados muito mais confiáveis e amplos, para tomar as melhores decisões.

Confira também quais os tipos existentes de inovação aberta e qual se encaixa melhor com o momento do seu negócio.

 

5 dicas para startups que desejam fazer parcerias com empresas

A inovação ocupa atualmente um pilar fundamental nas estratégias de muitas corporações, com muitas buscando alavancar a inovação aberta como um meio rápido e eficaz para atingir seus objetivos de curto a médio prazo.

Para se tornar inovadora de fato, muitas empresas optam por criar relacionamento com as startups, porém, nem sempre criar parcerias significativas e duradouras entre uma startup e uma corporação pode ser fácil. Existem inseguranças em ambos os lados.

Para muitas empresas em estágio inicial, as vantagens potenciais de trabalhar com uma organização corporativa muitas vezes podem parecer pouco claras, com o risco de ser uma distração indesejada. Embora do ponto de vista corporativo, colaborar com startups às vezes pode ser visto como um exercício arriscado e ineficaz.

Como a Neo Ventures tem experiência na construção do relacionamento entre empresas e startups que desejam se unir para o desenvolvimento e execução de projetos inovadores. Hoje nós viemos te dar algumas dicas que vão te ajudar nesse estágio.

Dica 1: Eles precisam valorizar a oportunidade de trabalhar com você.

Para qualquer projeto que você empreenda com uma corporação, você precisa saber o valor da oportunidade para eles. Mesmo que seja apenas uma estimativa aproximada, ter uma ideia do tamanho do prêmio garantirá que o envolvimento tenha potencial para sucesso a longo prazo.

Eles têm que estar interessados

Quer você esteja interagindo diretamente com o patrocinador geral ou alguém que se reporta a um, é crucial que haja paixão e motivação para aproveitar a oportunidade. Além disso, é crucial que haja financiamento para o trabalho que vocês estão realizando juntos. Se não houver adesão suficiente em nenhuma dessas contas, você está se preparando para o fracasso.

Dica 2: faça com que se sintam especiais

Não recicle apenas o que pode ter funcionado antes.

Se você tiver sorte, apresentar o seu argumento de venda genérico o ajudará a começar; no entanto, as primeiras impressões são tudo. Quanto mais personalizado você puder criar seu argumento de venda para o problema específico de um potencial parceiro corporativo, melhor.

Seja curioso e faça perguntas.

Não se pode esperar que você saiba tudo sobre os negócios de um parceiro em potencial; no entanto, um pouco vai longe. Antes de encontrá-los pela primeira vez, faça algumas pesquisas sobre o setor deles e o problema que estão tentando resolver. Diligência e conscientização são essenciais para construir harmonia e confiança nos estágios iniciais de uma parceria.

Dica 3: a comunicação é fundamental

No centro de qualquer relacionamento de sucesso está um diálogo honesto e aberto.
Reconheça suas diferenças para ajudá-lo a atingir seus objetivos.

Embora os objetivos de inovação de uma empresa e de uma start-up possam ser muito diferentes no início de um compromisso, para facilitar o sucesso a longo prazo, você deve estar sensível e ciente dos objetivos um do outro e descobrir como ambos podem contribuir para alcançar eles.

Seja direto e aberto.

Ao trabalhar com partes interessadas seniores de qualquer organização, você precisa ser eficaz com o tempo delas. Seja intencional com suas comunicações: estabeleça objetivos desde o início e cumpra-os. Eficiência e franqueza são cruciais para realizar as coisas em uma grande organização.

Dica 4: paciência é uma virtude

As coisas boas vêm para aqueles que esperam.

Seja flexível e adaptável (até certo ponto).

As coisas nem sempre acontecem conforme o planejado ... as pessoas mudam de função, os projetos são redefinidos e as estratégias mudam. A capacidade de se adaptar a esse cenário em mudança dentro de uma empresa ajudará a provar seu valor e desenvolver confiança. No entanto, se você está sempre fazendo mais por menos, pode ser hora de reconsiderar sua parceria.

Tempo é essencial.

Esteja ciente de que os cronogramas corporativos geralmente envolvem muitas etapas adicionais para levar um projeto adiante. No entanto, esses são os freios e contrapesos necessários para construir uma parceria mais profunda e garantir projetos maiores. Um pouco de paciência ajuda muito.

Dica 5: planejem seu futuro juntos

Comece quando estiver preparado.

Pense grande, comece pequeno.

Antes de fazer um compromisso duradouro um com o outro, você precisa se certificar de que é o ajuste certo para ambas as partes. Por meio da execução de projetos iterativos rápidos, você será capaz de determinar rapidamente não apenas se a oportunidade vale seu tempo e esforço, mas crucialmente como poderia ser uma futura relação de trabalho.

Negocie termos que funcionem para vocês dois.

As coisas estão começando a ficar sérias ... Esta deve ser uma oportunidade frutífera para vocês dois, mas que precisa de limites claros. Há inúmeras coisas a serem abordadas e consideradas conforme sua parceria se desenvolve (por exemplo, termos de contrato, propriedade de IP e segurança de dados). Se você se sentir pressionado, dê um passo para trás e tente avaliar objetivamente o que você está ganhando com o negócio.

Gostou das nossas dicas para melhorar o relacionamento entre empresas e startups para torná-los mais estáveis e duradouros? Saiba também como a Neo Ventures pode ser sua parceira na hora de construir essa ponte entre os dois lados.

O que são startups unicórnios?

Quem é fluente em startupês – o idioma não oficial das startups – já deve está familiarizado com o termo “unicórnio”. Mais do que isso, praticamente todo empreendedor em potencial tem o sonho de ver sua empresa virar uma startup unicórnio.
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Startups unicórnio são as empresas de tecnologia privadas avaliadas em mais de um bilhão de dólares antes de abrir seu capital em bolsas de valores, ou seja, antes de realizar o IPO (Initial Public Offering).
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A principal característica de uma startup unicórnio é a inovação no mercado em que pertence. A Uber, por exemplo, revolucionou o transporte, permitindo que os usuários solicitem um veículo com alguns cliques em qualquer lugar e a qualquer momento.

No final de 2013, existiam 43 unicórnios — nome que se dá às startups avaliadas em US$ 1 bilhão ou mais. Em outubro de 2015, eram 141. Em 2020, o clube de unicórnios ultrapassou a marca de 500 empresas pela primeira vez. Atualmente, eles são 504, segundo o site CB Insights, e possuem um valor de mercado combinado de aproximadamente US$ 1,6 trilhões

As variantes incluem alguns decacórnios, startups avaliadas em US$ 10 bilhões ou mais, como a brasileira Nubank, e apenas um hectocórnio, empresa avaliada em mais de US$ 100 bilhões. O hectocórnio da lista é a chinesa ByteDance, dona do Tik Tok, que vale US$ 140 bilhões.

Além do Nubank, há outras startups brasileiras no clube dos 500 unicórnios. São elas:

Unicórnios brasileiros

Wildlife Studios: US$ 3 bilhões

iFood: US$ 1 bilhão

Loggi: US$ 1 bilhão

QuintoAndar: US$ 1 bilhão

EBANX: US$ 1 bilhão

Loft: US$ 1 bilhão

A VTEX e o C6 Bank, unicórnios brasileiros mais recentes ainda não aparecem na lista da CB Insights.

Ainda da América Latina, entram na lista dos unicórnios:

Empresas com valor de mercado acima de US$ 1 bilhão na Latam

Rappi, da Colômbia: US$3,5 bilhões

LifeMiles, da Colômbia: US$1,15 bilhão

Kavak, do México: US$ 1,15 bilhão

dLocal, do Uruguai: US$ 1,2 bilhão

Fonte: CB Insights

Gostou de saber quais empresas fazem parte dessa lista e que tem suas operações no Brasil? Confira também < a href=https://neoventures.global/pt/2020/12/23/empresas-que-inovaram-na-pandemia-em-2020/">quais empresas mais inovaram na pandemia em 2020 para se inspirar.
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Principais tipos de investimentos indicado para cada fase das startups

Se você começou a empreender e abriu sua própria startup, logo percebeu que existe uma série de tipos de investimentos para quem quer começar um negócio. As opções vão desde bootstrapping – que é basicamente o autofinanciamento, a “arte” de empreender sem nenhum financiamento – até o dinheiro que vem de aceleradoras e venture builders, passando por investidores-anjos e fundos de venture capital.

No entanto, é importante considerar que em cada fase da maturidade de uma startup, há um tipo de investimento considerado mais adequado.

Por isso, a Neo Ventures além de te explicar um pouco mais sobre os tipos de investimentos, vai te mostrar as opções de aporte que você deve buscar dependendo do nível de maturidade em que a sua empresa se encontra.

Principais tipos de investimentos para startups

Entre os diferentes tipos de investimentos possíveis para startups, existem aqueles que oferecem apenas os recursos financeiros, enquanto outros entram também com expertise para ajudar a conduzir o negócio tecnicamente a um crescimento.

Conheça os principais tipos de investimentos para startups:

Bootstrapping

Se você já acompanha o mundo das startups, já sabe que o bootstrapping, normalmente, é o primeiro investimento da empresa. Neste caso, o empreendedor, ou o grupo de empreendedores, tira dinheiro do próprio bolso para investir na empresa. Praticamente todas as startups criadas começam com o sistema bootstrapping até conseguirem investimentos maiores.

Tudo bem que o bootstrap não é “receber investimento”. Mas precisa ser mencionado para mostrar que a maioria das startups começa assim, com o empreendedor juntando uma grana para usá-la para manter seu negócio enquanto não alcança maturidade.

Essa “modalidade” é bem comum, já que as startups precisam de, em média, cerca de R$ 150 mil para começar a rodar e ter seu negócio validado no período de seis meses a um ano.

Investimento-Anjo

Ele é realizado por executivos, empreendedores e outros profissionais bem sucedidos e experientes - ou seja, pessoas físicas - que querem diversificar suas aplicações financeiras, mas também participar do processo de formação da empresa como um mentor, pois já conhecem bem o mercado de atuação da startup.

O aporte alocado normalmente varia entre 5% a 10% do seu patrimônio, sempre é capital próprio. O Investidor-Anjo tem como objetivo aplicar em negócios com alto potencial de retorno. Esse é o termo mais “genérico”.

Capital semente (Seed)

O capital semente apoia startups em fase de implementação e organização de operações, muitos deles concebidos no seio das incubadoras de empresas. Neste estágio inicial, os aportes financeiros ajudam, entre outras funções, na capacitação gerencial e financeira do negócio.

Os fundos semente estão um patamar acima do investidor anjo, o valor é geralmente de duas a três vezes maior do que a média do investidor anjo e buscam startups que já estão mais estruturadas no mercado, com clientes e produto/serviço já definido, mas que ainda dependem de investimento para sua expansão.

Incubadoras

As incubadoras representam um modelo mais tradicional de investimento a partir de um projeto ou uma empresa que quer se desenvolver. O processo de incubação inclui ajuda com a modelagem básica do negócio, ajuda com técnicas de apresentação, acesso a recursos de ensino superior, entre outros.

As incubadoras se adequam muito bem a startups em fases iniciais por alguns motivos:

Disponibilizam espaço físico para o trabalho das incubadas, o que oferece estrutura e ao mesmo tempo reduz custos;
Podem aportar investimentos, neste caso liberados por editais de verbas públicas;
Focam em inovação e desenvolvimento dos negócios, mesmo que o projeto ainda seja bastante embrionário.

Outro ponto positivo das incubadoras é que elas apoiam negócios não tão escaláveis. Ou seja, mesmo se o negócio tiver potencial de crescimento, mas ainda precisar de tempo de desenvolvimento para ter escala, pode ser incubado.

Aceleradoras

Apesar de serem um tipo moderno de incubadoras de empresas, as aceleradoras têm uma metodologia mais complexa. O processo para participar das aceleradoras é aberto, e estas geralmente procuram por startups consistindo de um time para apoiá-los financeiramente, oferecer consultoria, treinamento e participação em eventos durante um período específico, que pode ser de três a oito meses. Em troca, as aceleradoras recebem uma participação acionária.

Venture Capital

É uma modalidade de investimento utilizada para apoiar negócios por meio da compra de uma participação acionária, geralmente minoritária, com objetivo de ter as ações valorizadas para posterior saída da operação. O risco se dá pela aposta em empresas cujo potencial de valorização é elevado e o retorno esperado é idêntico ao risco que os investidores querem correr. O valor costuma ser muito maior que um seed, sendo de vários milhões.

Venture Building

O modelo mescla características das incubadoras, aceleradoras e venture capital, sendo que fornece todo o planejamento estratégico, a captação de recursos financeiros e humanos e estrutura física.

O objetivo de uma Venture Builder não é apenas criar um produto, mas construir um negócio. Geralmente, a participação de uma Venture Builder numa startup é grande, chegando a 80% da estrutura acionária na fase inicial.

Equity crowdfunding

É um financiamento coletivo, onde você divulga seu projeto de startup em uma plataforma online e os investidores aportam fundos no seu negócio, tendo direito a uma participação da empresa. Essa campanha tem um prazo e se o empreendedor não conseguir o montante estabelecido previamente, ele não recebe o investimento.

Esse tipo de investimento é interessante porque permite a exposição do projeto online para investidores com perfis bem diversificados.

Private Equity

Fundos de Private Equity aportam valores superiores aos dos fundos de Venture Capital, pois startups que chegaram a esse patamar precisam de aplicações mais robustas para dar saltos de crescimento, o que as opções citadas até o momento não têm porte para tanto.

Normalmente, empresas que recebem esse investimento já cresceram muito por aportes de outros tipos anteriormente, necessitando de um último investimento maior, mesmo com o mercado conquistado, para expandir exponencialmente.

Quando um negócio consegue tal investimento, geralmente o fundo envolvido faz exigências de ações no plano de gestão para que os objetivos sejam atingidos, além de participar internamente no processo e ficar com posse de parte da empresa.

IPO (Initial Public Offering)

Aqui já é um nível super avançado, conquistado por empresas como Microsoft, Uber e Apple, que é quando o capital da empresa é aberto na bolsa de valores, mas pode estar nos planos da sua empresa. Neste estágio, qualquer pessoa pode comprar ações da sua empresa, e ela tem a possibilidade de seguir expandindo e até mesmo de se internacionalizar. Como é de se esperar, é necessário ter um tamanho suficiente e uma estrutura compatível com os objetivos e a sua realização.

As recomendações de especialistas para momentos de crise na economia, como foi o caso durante a pandemia do novo coronavírus no Brasil e no mundo, giram em torno de estender caixa e ganhar tempo, para depois pensar em investimentos grandes. Entra nisso o desenvolvimento de um “plano de sobrevivência” de um a dois anos, considerando estratégias que podem ser utilizadas para contribuir com isso, e a captação de recursos por meio de linhas de crédito para micro, pequenas e médias empresas.